segunda-feira, setembro 03, 2007

Paisagem


Há muitas formas de fotografar uma paisagem. Eu gosto de viajar e observar-la. As árvores, as pastagens, as nuvens... e As montanhas. Neste trabalho temos uma representação do que sinto nestas viagens. Espero que gostem.

Um abraço e até!

quinta-feira, agosto 09, 2007

Flores para a Poesia

Nem tudo em mim é poesia concreta, às vezes me bate um romantismo, com o nesta poesia nascida no dia de hoje.

A Menina e a Flor

A flor, desde pequenina,

Desejava ser colhida.

Desde a flor da idade,

Desejava ser amada, a menina.

A flor encantava pela beleza,

A menina pela esperteza.

E ela cresceu flor,

Delicada forma de amor.

A flor foi colhida um dia.

Recebeu, no vaso,

água, amor e carinho.

O amor colheu a menina.

Recebeu-a, em seus braços,

Como uma flor colhida no caminho.

Um abraço e até!

segunda-feira, agosto 06, 2007

Ralo Abaixo!

Esta foto, manipulada no Photoshop faz parte da série "Ralo Abaixo!". Comecei clicando em P/B e depois em cores.

Em Tempo: A rádio MEC FM tem exelentes programas que vão desde a música clássica, passando pelo Jazz, música instrumental, chôro, desembocando no experimentalismo. Vale apena conferir MEC FM 98,9. www.radiomec.com.br

quinta-feira, junho 28, 2007

Simplesmente um retrato

Às vezes uma foto simples pode mostrar tudo. Creio que esta foto seja uma destas ocasiões.
Se mais comentários.

Um abraço e até!

quinta-feira, junho 14, 2007

Desconstrução da Imagem


A fotografia pode ser trabalhada de diversas maneiras. Uns utilizam-na para registros de festas familiares, de uma bonita paisagem etc. Eu prefiro desconstruir a imagem para poder criar uma outra, seja por meio de manipulação da foto já clicada ou na "manipulação" da própria máquina para cgegar a uma imagem inusitada. A foto acima é um exemplo.

uma abraço e até!

terça-feira, maio 29, 2007

Ainda na Série Barangas

A série Barangas vai longe. Desta vez pensei em ter muitas delas numa única tela.

sexta-feira, maio 04, 2007

Olá!

Por vezes a minha pulsão de morte aflora - como diria um psicanalista Freudiano - e a questão sexual vem atona com toda força nos meus trabalhos. Em "Barangas" é um exemplo desta pulsão.

Gostei tanto da idèia que resolvi pintar uma seqüência de "barangas". Vamos ver no que dá.

Um Abraço e até!

quarta-feira, abril 11, 2007

Olá!

Gosto das pinturas e desenhos com geometria abstrata. Tento a maior variação possível das formas, mas, contraditoriamente, tenho uma obcessão por triangulos, como podem notar neste desenho criado no Power point.

"Sobre Triangulos" é o primeiro de uma série de desenhos no qual privilegio as formas do triangulo no papel e na tela (seja do computador ou na tinta acrílica sobre tela). Espero que tenham gostado.

Um abraço e até!

terça-feira, março 20, 2007

Olá!


Este desenho feito no Power point é um dos muitos que faço. Vou começar a postar alguns. Este, em especial, fiz em homenagem ao artista Mondrian. Ele participou da Bauhaus e é um dos meus artistas preferidos.


Nascido em ambiente rural, Mondrian veio de uma família calvinista extremamente religiosa. Seu pai, um pastor puritano, desejava que o filho seguisse a carreira clerical. A religião marcou o jovem Piet e o sentimento metafísico iria permear sua obra durante toda a vida, em maior ou menor grau.Mais em toda sua vida mesmo,mais não foi isso que aconteceu né,toda a historia de Piet Mondrian foi sofrida.

Possuindo um tio que trabalhava com pintura, interessou-se pela carreira artística, mas foi obrigado a enfrentar a visão ortodoxa da família, que via na arte um caminho para o pecado. Vê, porém, na possibilidade de dar aulas uma resolução ao seu dilema: prometeu ao pai estudar artes, tornando-se um professor.

Insatisfeito com o magistério, Mondrian sente a necessidade de libertar-se e estabelecer-se como pintor, mas teme enfrentar ao pai (que de antemão desaprovava a idéia) e a si mesmo, tal o peso de sua formação religiosa. Quando entra em contato com a teosofia, porém, encontra em seu ideário uma resolução para o problema: a doutrina pregava o trilhar de um caminho evolutivo pessoal e a arte encaixava-se neste caminho. O contato com a teosofia irá manifestar-se no trabalho de Mondrian e marcará profundamente sua vida daí em diante.

Começou a sua carreira como caminhoneiro ao mesmo tempo que ia praticando a sua pintura. A maior parte do seu trabalho deste período é naturalista ou impressionista. No Museu Gemeente, em Haia, estão expostos vários trabalhos deste período, incluindo exemplares pós-impressionistas tais como "O Moinho Vermelho" e "Árvores ao andar". (O museu também tem exemplos do seu trabalho geométrico posterior).

Após entrar em contato com a teosofia, Mondrian passa por um breve período simbolista, mas que lhe será fundamental para que atinja a abstração. Este período costuma-se confundir com sua consequente obra cubista, já revelando uma certa tendência à geometrização e à síntese da realidade.

Em 1913, visitou uma exposição cubista em Amsterdão que o marcou profundamente e teve grande influência no seu trabalho posterior.

A partir de 1917 até a década de 1944 desenvolve sua grande obra neoplástica.

O seu quadro "Broadway Boogie Woogie", que pode ser visto no Museu de Arte Moderna de São Francisco, pertence à fase posterior ao Neoplasticismo, quando Mondrian se liberta das regras que ele próprio se impôs.

Os seus trabalhos mais conhecidos são os familiares quadrados coloridos, agrupados assimetricamente, os blocos segmentados de linhas rectas e cores primárias que, segundo alguns, parecem poder ser pintados por qualquer criança. Outros consideram que as composições no estilo a que Mondrian chamou neoplasticismo são originais e difíceis de reproduzir para obter o mesmo efeito que Mondrian alcançou. O seu estilo reducionista, muitas vezes copiado, continua a inspirar a arte, a moda e a publicidade. Embora Mondrian não tenha sido um artista comercial, é considerado o pai do design de publicidade devido ao disseminado e contínuo uso do seu estilo em grelha como estrutura básica no design gráfico.

(fonte: Wikipedia)


Um abraço e até!

quarta-feira, dezembro 13, 2006

A Mídia e o espelho

Há teóricos que relacionam a mídia como reflexo da sociedade, mas até que ponto este pensamento está correto? Claro que não existe uma unanimidade que penda para uma e outra hipótese. Os que pensam que a mídia controla a sociedade desejam, ou acreditam que não há pessoas que pensem alé, ou aquém do que a mídia divulgaem rádio, jornal, revista e principalmente TV. Pode ser que a minoria pense realmente diferente das "histórias" contadas pela mídia todos os dias, por meio das informações jornalísticas, novelas e programas de TV e rádio.
Pode ser que, ainda, uma parcela pequena difira do pensamento que lhe é imputado pela mídia. Pode ser que uma parte grande da sociedade acredite piamente no que é divulgado pela mídia. Mas, valer-se da falta de conhecimento - percebam que disse falta da conhecimento e não de falta de sabedoria - do povo brasileiro para fazer acreditar que TODOS somos "guiados", em TODOS os atos de nossas vidas pelo que a mídia diz ser correto ou não, é se não uma ingenuidade, uma descrença que há seres pensantes no seio da sociedade.

Esse reflexo da sociedade inverídico, se não for distorcido como um
espelho côncavo (ou covexo), faz com que, ao contrário do que se
pensa, elege-se - por exemplo um operário e o re-elege - mesmo a
despeito de uma campanha de difamação orquestrada pleos meios de
comunicação à direita de um pensamento verdadeiramente progressista. Essa é a mesma mídia que acredita que uma novela de Tv leva jovens a protestar e pedir impichement de um presidente, e que, em geral, acredita que TODO que diz se torna verdade. Houve tempo em que se visse diversos telejornais e/ou lê-se vários jornais e revistas ter-se-ia informações diferentes, pontos de vistas diferentes, mas não ocorre isso hoje. parece que o espelho não é a sociedade, mas a própria mídia - que se copia neroticamente, e porque não dizer necrologicamente, de um canal de TV para o outro, o mesmo em rádio, em jornais e revistas. Claro que existem as exceções - mais exceção é minoria.

Mas o povo, a população, não é minoria, nem maioria silenciosa (para citar Jean Baudrilard), basta perceber´as últimas eleições na América Latina. Cançado das alternativas mornas da direita e da "centro-esquerda" (ou seria centro-direita, tanto faz não consigo acreditar mais nesses termos). Aliás esses termos - direita, esquerda, centro sei lá do que, estã obsoletos - essa denominação também é fruto de uma massificação de informação que passa de geração para geração como se houvesse um rótulo e diferenciação de um grupo para o outro. A mídia, nos tempos do realismo imediato e efêmero, não se importa com a responsabilidade, de veicular esta ou aquela informação, e com a
suas conseqüências. A importancia se dá a velocidade e ao impacto que vai causar na venda dos jornais e revistas e nos pontos de audiência no rádio e TV. Não sou o primeiro, nem o único, tampouco o último a denunciar/criticar esse comportamento da mídia.

O verdadeiro espelho está dentro de cada pessoa, no que acredita e no que quer. Essa é a força que muitos meios de comunicação tentam
extrair da chamada maioria silênciosa, como já disse Jean Baudrilard. Mas essa maioria não apenas absorve, como um buraco negro - aliás já está provado que a muito mais nestes do que apenas uma imensa "vontade" de tudo "engolir" e chamar de negro tudo que não é bom na sociedade é de um maniqueísmo absurdo e covarde - pois ela reclama atenção, critica, revolta-se e cobra dessa mídia mais realidade e menos farsa, menos maquiagem nas informações e mais veracidade nos fatos. Assim como o espelho não reflete uma verdade, pois que é uma imagem inversamente iluminada (imagem, como na fotografia é luz e sombra - aqui não é difernte), a mídia não o é também, porque existe pessoas que pensam do outro lado do balcão de vendas.

O Mito da caverna e a Mídia

As pessoas acorrentadas em uma caverna, vendo apenas as próprias
sobras na parede eram uma imagem grotesta, assustadora. Da mesma
forma, hoje, quando analisamos a mídia televisiva percebemos que
ficamos como os moradores daquela caverna de Platão - a nossa imagem
do mundo fica distorcida, não reflete a verdade - ao menos na maioria
das vezes. Quando começamos a pensar, ao menos um pouco, e procuramos
outros meios de informação e melhor - quando começamos a selecionar
as informações que recebemos - percebemos que o mundo e nossas vidas
diferem muito das pessoas. Começamos, então, depois dessa mudança de
vivência, a perceber a vida de outra maneira - muito diferente da
maioria das pessoas. Passamos a ser "um peixe fora d'água". Somos até
taxados de loucos, idealistas, de vivermos em um outro mundo, que não
é o da realidade. Isso tem certa verdade, pois que o angulo e visão
nosso mundo se modifica. O filósofo é aquele ser que conseguiu se
desacorrentar e sair da caverna, foi conhecer o mundo exterior e
voltou para a caverna. Ele (o filósofo) tenta a todo custo ajudar as
pessoas que estão na caverna a verem e pensarem de forma a
raciocinarem por si e não por influência desta ou daquela emissora de
TV. A vida do filósofo é dura por um lado (não é entendida por
muitos), mas por outro lado é apaixonante por que pode ajudar aos que
querem ver de forma diferente a fazê-lo. A televisão é o mito da
caverna dos dias atuais. Um mito que precisa ser derrubado todos os
dias, para que mais e mais pessoas sejam desacorrentadas do julgo da
mídia. Essa é a missão da filosofia, não, não estou falando sobre
desacreditar a mídia, fazer as pessoas pensarem e assumirem seu
próprios pensamentos e teorias.